★★★★★SEJA BEM VINDO AO BLOG DO RONDA MGR NEWS FIQUE SEMBRE ATUALIZADO COM AS NOTÍCIAS DO BRASIL E DO MUNDO...
Mostrando postagens com marcador Opinião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Opinião. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

“Paquerar” durante o serviço, pode?

Caso este blog se permitisse ao revanchismo gratuito, usaria a notícia discutida neste post para criticar os machões empedernidos que, ao resistir à presença das mulheres nas polícias, se utilizam de casos individuais para negativar todas as policiais femininas. Ou mesmo aqueles que acham que garantir os direitos dos homossexuais nas polícias (garantir que não serão assediados moralmente), em virtude da discriminação que sofrem, é “sexualizar” a instituição. Mas, responsavelmente, devemos admitir que o caso que se segue é individual – mesmo que não seja isolado.
É que um agente de trânsito no Rio Grande do Sul se utilizou de dados coletados em uma ocorrência para “paquerar” uma jovem, chegando a enviar uma mensagem de celular onde pediu os contatos da moça em redes sociais. A moça, diferentemente do que deve acontecer com outras mulheres, se sentiu ofendida e teve a coragem de denunciar o caso:

A estudante de administração Wanessa da Silva, 25 anos, diz ter recebido uma mensagem de texto em seu celular, na madrugada deste domingo (9), após ser parada em uma blitz de trânsito em Porto Alegre. Na ocasião, ela se recusou a fazer o teste de bafômetro e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida.
“Tinha tomado bebida alcoólica no começo da noite de sábado (8), perto das 21h. A abordagem na fiscalização aconteceu por volta da 1h30 de domingo. Na dúvida em saber se meu corpo já tinha absorvido a bebida resolvi não fazer o teste. Embora eu estivesse sóbria, pois fazia tempo que tinha bebido, preferi não fazer o bafômetro”, disse a estudante.
A mensagem recebida por Wanessa é a seguinte: “Wanessa peguei o numero teu enquanto vc disse pro colega qdo ele pediu teu endereço. So quero que digas se posso saber teu MSN, Facebook, Orkut algo do tipo p/ conversarmos melhor e te Add nos meus contatos?Me da um retorno se possivel, sou o rapaz quem fez os testes do bafometros em vcs! Fernando/EPTC (sic).”
Assim que recebeu a mensagem, Wanessa diz ter lembrado do rapaz durante a abordagem. “Ele não parava de olhar para meu decote, achei estranho, mas fomos embora. Para minha surpresa, veio a mensagem pelo celular. Achei um absurdo”, afirmou a estudante.
Ela disse ainda que enviou um email disponível no site da Empresa Pública de Transportes e Circulação (EPTC), na noite de domingo, mas que até agora não obteve resposta da empresa. “Fui hoje [quinta-feira (13)] buscar minha CNH que estava apreendida e ninguém falou comigo sobre o caso. Quando voltei para casa, liguei para a EPTC para saber se o caso seria investigado e se eu poderia ter acesso às investigações, mas falaram apenas que me ligariam para falar pessoalmente sobre o caso. Até agora ninguém me procurou.”
Leia mais no G1…
Talvez o leitor (principalmente o macho) ache bobagem o incômodo da mulher. Mas provavelmente mude de posicionamento caso sua mãe ou esposa estivesse no lugar da corajosa Wanessa. Se tudo aconteceu como descrito, o servidor agiu sem parâmetros éticos, se expôs vergonhosamente, e didaticamente nos mostrou o que é “sexualizar” a atividade policial.

Com Informação da Redação do: http://abordagempolicial.com/
Republicado por : RONDA MGR

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

OPINIÃO: O espelho dos pais reflete em toda nossa vida, seja negativamente ou positivamente!


Major Sales-RN: Há vários dias venho observando a rotina de alguns pais do nosso município de Major Sales, razão da qual resolvi escrever essa matéria para que toda sociedade faça uma reflexão sobre a educação acerca do destino de nossas crianças e adolescentes.

Sabemos que o desenvolvimento da criança está relacionado com o meio em que vivem, e tenho notado algo não muito comum no meio de nossa sociedade majorsalense. Diariamente percebo cada vez mais a freqüência de pais em mesas de bares, festas dançantes, dancings ou em rodas de amigos acompanhados de seus filhos menores de idade, até mesmo crianças, bebendo explicitamente bebidas alcoólicas na presença dos filhos, como que isso fosse normal e natural, muitas vezes me pergunto essas atitudes dos pais estão corretas?  Será que essas crianças ou adolescentes irão aprender algo diferente? Será que quando essas crianças crescerem tornando-se adolescente ou jovem vão seu ausentar desses ambientes ou já não se tornou um ciclo vicioso? A verdade é que muitos pais, porém, não enxergam o perigo antes de ser tarde demais.

A questão central, é que no momento atual a família não mais desempenha plenamente seu papel de socializar ou de educar seus filhos nas questões mais elementares, deixando as responsabilidades para as instituições ou senão a mercês do “que tudo pode”, com isso gerando grande preocupação para a sociedade e prejudicando a própria conduta e personalidades dos adolescentes.

Percebo ainda algumas pessoas culparem às instituições, como a Policia, Conselho Tutelar e entidades educacionais como o principal responsável pela educação ou mudanças de comportamentos desses jovens. Olha não vamos procurar culpados pela formação de nossos filhos, se existirem culpados somos nós mesmo que realmente nunca fomos exemplos eficazes para que nossos filhos cresçam com boa educação. Segundo Augusto Cury “Os filhos registram as imagens negativas e positivas a todo momento, e a imagem que seu filho construiu de você não pode mais ser apagada, só reescrita." Portando sejam bons exemplos para seus filhos.

Por outro lado, a escola recebe os reflexos da sociedade e em conseqüência não poder realizar sua tarefa específica como educar, também começa a ser objeto de novas demandas, para as quais não está ainda preparada, para lidar com essa problemática. Os pais nunca ou dificilmente vai há uma reunião da escola para acompanharem o desenvolvimento escolar do filho e nem tão pouco acompanha ou orientam as atitudes dos filhos na própria família, mas estar sempre reunido em uma mesa de bar.

Em fim o espelho dos pais reflete em toda nossa vida, seja negativamente ou positivamente, por isso, acho que está na hora de todos refletiram a questão em foco. 

Não deixe que o mundo crie seu filho, crie você mesmo!!!  

Por William Félix de Andrade, 1º SGT PM.
 
Postado por : RONDA MGR

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A ARMADILHA DA NOTÍCIA


Desde ontem, vários sites e blogs importantes da região republicaram a notícia de que uma mulher teria morrido engasgada com sêmen do amante. No afã de reproduzir a notícia o mais rápido possível, não houve a preocupação em verificar a autenticidade da notícia. Até mesmo alguns sites de jornalistas conceituados foram induzidos ao erro, inclusive alguns foram além e já abriram discussões sobre a relação extraconjugal e seu trágico final.

Entretanto, tudo não passou de uma notícia falsa, publicada originalmente pelo site de humor G17, que satiriza os mais importantes sites de notícias do País, com notícias nada comuns e com informações que não devem ser levadas a sério.

Mas esse tipo de falha não é exclusiva dos blogs e sites locais. Ontem, a rede Record, a segunda maior rede de televisão brasileira, também caiu nesse tipo de armadilha. Com uma informação falsa, via twitter, jornalistas da Record anunciaram a morte do humorista Amin Khader, com direito a comoção de alguns apresentadores, para pouco tempo depois, amigos o avistarem fazendo exercícios em uma praia do Rio de Janeiro. Alguns sites, que antes teriam publicado a morte do humorista, voltaram atrás e com bom humor, republicaram a verdade, como por exemplo, o site Yahoo Notícia, que publicou a seguinte chamada, “Amin Khader morreu, mas passa bem”.

Portanto, fica a dica, quando buscar uma informação, seja para divulgação ou apenas para conhecimento, faça uma análise do que leu e se possível, busque em outras fontes uma contraprova. Mas lembrem-se, ninguém esta imune a este tipo de informação. 
 
Postado por : RONDA MGR

sexta-feira, 13 de maio de 2011

JOGOS VIOLENTOS INFLUENCIAM AÇÕES VIOLENTAS?

Cena do Game Call of Duty - Modern Warfare 2 - Retirada do Google Image

FICHA INFORMATIVA - Reproduzido de: O Glogo - Autor: Thales Vianna Coutinho, psicólogo - Publicação: 10/05/2011 - Imagem: Cena do Game Call of Duty - Modern Warfare 2, retirada do Google Image.
Matéria encontrada em:
Blog da Insegurança
Leia a Matéria Completa no Site de Origem: Clique Aqui
.
O tema deste texto, definitivamente, não é uma brincadeira. Apesar de não ser um jogador profissional, nutro grande respeito pela bilionária indústria de jogos eletrônicos, e foi com profundo desgosto que vejo serem feitas associações totalmente esdrúxulas (e até imorais) entre jogar jogos violentos e agir de forma violenta. Por isso, aqui quero defender a verdade científica por trás desta associação, que provavelmente será desconcertante para uma grande porcentagem dos leitores: videogames violentos não estimulam o comportamento violento.

Sei que você já ouviu milhares de pediatras, psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais, psicopedagogos, pedagogos, professores e políticos falarem na televisão algo totalmente contrário ao que defendo aqui, e decerto - se for pai ou mãe - pautou a forma de criar seu filho no princípio de evitar que ele entre em contato com jogos ou filmes violentos, pois temia que estas mídias o "estragassem", tornando-o violento tanto quanto o personagem dos jogos.

Tudo isso estava errado. Convido-o agora a abandonar esta visão do senso comum e conhecer os estudos e as revisões publicadas pelo psicólogo Christopher Ferguson, PhD, professor da Texas A&M International University.

Através da revisão de uma série de artigos que relacionavam o ato de jogar videogames violentos com a manifestação de comportamentos violentos, foram encontrados muitos erros metodológicos e de análise dos dados. Entre os erros está a ignorância completa da chamada "terceira variável" - ou seja, nenhum destes estudos se preocupou em considerar, investigar e isolar aspectos como traço de personalidade, carga genética, padrões familiares, psicopatologia.

"Tudo bem, aqueles estudos não isolaram as demais variáveis, mas teve algum que já fez isso?" Sim. Um dos que quero comentar é o estudo realizado por Markey & Markey (2010) do Departamento de Psicologia da Rutgers University (EUA). Neste artigo, os pesquisadores investigaram a relação entre traços de personalidade e a vulnerabilidade das pessoas a jogos violentos. Concluíram que apenas os indivíduos com traços de personalidade agressiva e psicótica eram suscetíveis aos jogos violentos. Existe também uma investigação realizada pelo FBI (polícia federal americana) onde concluiu-se que apenas há um sinal de alerta quando o sujeito joga jogos violentos e seu interesse está totalmente voltado para a violência, e não para o jogo em si. É mais ou menos como a diferença entre "curtir a violência do jogo" e "curtir o jogo da violência". Isso remete ao primeiro estudo, em que um fator de personalidade é necessário para que a pessoa deturpe o sentido do jogo, amando não o conjunto da obra, mas apenas a violência nele contida.

Por fim, Ferguson e colaboradores (2010) analisaram a influência do videogame violento sobre o desenvolvimento de condutas delinquentes e comportamentos de prática de bullying em 1.254 estudantes da 7ª e 8ª série do ensino fundamental, e concluíram que a delinquência e o bullying não têm nenhuma relação com videogames violentos, mas sim com traço de personalidade agressivo e nível de stress.

A importância deste texto é desmistificar os jogos violentos, através de evidências científicas, demonstrando que você, como pai ou mãe, pode até censurar os jogos do seu filho, mas não faça isso pensando que assim estará evitando que ele se torne uma pessoa agressiva. Não perca mais tempo com a ideia de que jogos de ficção estimulam agressividade verdadeira. Observe atentamente a realidade, veja em quais circunstâncias e de que forma seu filho manifesta condutas agressivas nas relações sociais e se desconfiar de que há algo errado, procure ajuda de um especialista.

A conclusão de tudo isso é que as pessoas são influenciáveis pelos jogos, não são os jogos que influenciam as pessoas. Quando assumimos que o problema (e a resolução do problema) está dentro de nós, e não em algo lá fora, damos o primeiro passo em direção à evolução pessoal.
 
Postado por : RONDA MGR.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...